É verdade que alguém tem alergia a tecnologia?

Alguém tem alergia à SmartPhone?

Alergia a televisão
Debbie Bird tem alergia a tecnologia. Parece muito estranho mas é verdade. Ela já chegou a perder a consciência por mais de 40 vezes num só dia em função da alergia. Debbie também tem reações alérgicas ao utilizar televisão, tablets, smartphones, forno de microondas ou dirigir carro.

A estadunidense Debbie Bird descobriu que possui uma alergia rara a campos eletromagnéticos. Estes campos são gerados pela maiorias dos aparelhos eletrônicos utilizados. As reações mais comuns são dores causadas por alergias na pele, inchaço na pálpebra ou até mesmo desmaios.

Para diminuir o impacto ela criou uma área livre de influências eletromagnéticas em sua casa.

Como configurar um serviço do windows via linha de comando?

Instalando Windows Service por Command-line

Como instalar um Windows Service qualquer com linha linha de comando?

Muitas vezes é necessário instalar Serviços do Windows. Serviços construídos em C#, em C++, em VB, ou qualquer outra linguagem. A construção de instaladores nem sempre é a mais simples ou eficiente no momento. A utilização de linhas de comando torna simples a manipulação dos serviços.

Como fazer a instalação de um windows service via linha de comando?

SC CREATE "Nome do Windows Service" binpath= "C:\caminhoDoWindowsService\WindowsService.exe"

Como desinstalar um windows service via linha de comando?

SC DELETE "Nome do Windows Service"

Como dar Start em um windows service via linha de comando?

SC START "Nome do Windows Service"

Como parar um windows service via linha de comando?

SC STOP "Nome do Windows Service"

Como reiniciar um windows service pausado via linha de comando?

SC CONTINUE "Nome do Windows Service"

O que é Mock em Teste Unitário?

O que é Mock?

Como mockar uma classe em C# .NET ?

Mock é uma técnica para simular o comportamento de estruturas de programação. A utilização desta técnica é fundamental para a validação do layout do código sem afetar ou depender o ambiente em questão.O termo Mock vem do ingles e significa algo como imitação, zombaria, falsidade.

Os testes unitários têm a responsabilidade de garantir que os retornos dos métodos estejam de acordo com as expectativas.Os testes unitários não podem depender da rede estar ativa, ou pastas de rede, servidores ou quaisquer outras dependencias externas. Os testes de integração são responsáveis por testar tais características do ambiente.

Quando existe a necessidade de testar unitáriamente um método que realize uma tarefa que dependa de algum recurso externo é necessário o uso de um Mock. É comum utilizar o neologismo mockar ("...é necessário mockar esta classe").

A seguir pode-se ver um exemplo de classe. Este exemplo refere-se ao código de uma aplicação que guarda um arquivo texto em um local temporário da maquina. A classe Archiver implementa a interface IArchiver. Ela é especialmente útil para que seja possível mockar esta classe.

namespace Anselme.Mock
{
    public class Archiver : Anselme.Mock.IArchiver
    {
        public ArchiverState Save(string filename, string file)
        {
            string path = System.IO.Path.GetTempPath();
            string completeFileName = string.Concat(path,filename);

            using (System.IO.StreamWriter sw = new System.IO.StreamWriter(completeFileName))
            {
                sw.Write(file);
            }
            return ArchiverState.Saved;
        }
        public string Load(string filename)
        {
            string path = System.IO.Path.GetTempPath();
            string completeFileName = string.Concat(path, filename);

            using (System.IO.StreamReader sr = new System.IO.StreamReader(completeFileName))
            {
                return sr.ReadToEnd();
            }
        }
    }
}

A inteface IArchiver, como eu disse, é um requisito para que eu possa testar unitariamente esta classe com Mock. A seguir, veja o código dela.

namespace Anselme.Mock
{
    public interface IArchiver
    {
        string Load(string filename);
        ArchiverState Save(string filename, string file);
    }
}

Note que o método Save possui um retorno do tipo ArchiverState. Este ArchiverState é uma Enumeração. Ela foi utilizada intensionalmente para gerar algum retorno nesta classe para que ela possa ser testada unitariamente sem a necessidade de verificar se o arquivo está armazenado no disco. Segue o código da enumeracao ArchiverState.

namespace Anselme.Mock
{
    public enum ArchiverState
    {
        Saved
    }
}

O que é MOQ?

Existem vários frameworks para auxiliar na criação de simulações de classes, ou mock. Estes frameworks são de empresas ou grupos independentes. Este tópico utiliza o Framework MOQ que é de simples utilização, bastante eficiente e gratuíto.

O moq possui estruturas para você simular alguma classe por meio da interface que a classe implementa. Com este framework é possível, por exemplo, configurar uma estrutura para que, toda vez que um determinado cenário for criado, um determinado retorno ocorra.

O framework moq pode ser baixado no link: MOQ Framework. Este tópico é feito com base na versão Moq.4.0.10827.Final, Checksum: c9626fcdd253c5a6e33056a2670911b6340cc302

 

Como funciona o Teste unitário com Mock, utilizando o Framework MOQ?

Para ver detalhes sobre como criar um teste unitário veja o link: O que é teste unitário? 
 
O teste unitário a seguir utiliza o Framework MOQ. Ele mostra um exemplo simples de teste do método Save, visto no código do inicio do post.

namespace ArchiverTest
{
    [TestClass()]
    public class ArchiverTest
    {
        [TestMethod()]
        public void Salvando_Um_Arquivo_Com_Texto_Pequeno()
        {

            string filename = string.Format("{0}.{1}",TestUtil.CreateRandomString(5), TestUtil.CreateRandomString(3));
            string file = TestUtil.CreateRandomString(5);

            var target = new Mock();
            target.Setup(t => t.Save(filename, file))
                .Returns(ArchiverState.Saved);

            IArchiver target_mock = target.Object;
            ArchiverState state = target_mock.Save(filename, file);
            Assert.AreEqual(ArchiverState.Saved, state);
        }
     }
}

Principais linhas comentadas

var target = new Mock();
Cria-se o Mock da interface IArchiver. Com isto é possível simular os método, propriedade e eventos contidos na interface.

target.Setup(t => t.Save(filename, file))
                .Returns(ArchiverState.Saved);
Com isto, toda vez que se chamar o método Save seu retorno será  ArchiverState.Saved, como já implementado.

IArchiver target_mock = target.Object;
Cria-se um Archiver mockado.

ArchiverState state = target_mock.Save(filename, file);
Obtem-se o resultado do método Save, já configurado.

Assert.AreEqual(ArchiverState.Saved, state);
Verificação se o retorno é o esperado.



Como funciona a arquitetura do Windows Workflow Foundation?

O Windows Workflow Foundation é um dos pilares do .NET Framework presente desde a versão 3.0. Ele foi desenhado para trabalhar em conjunto com os pilares de Apresentação (WPF), comunicação (WCF) e de gerenciamento de identidade (WCS que evoluiu para WIF).

O Windows Workflow Foundation foi desenhado para possibilitar uma manipulação mais eficiente das execuções das regras de negócio, em especial quando existe interação humana no decorrer. A colaboração é um dos principais motores do uso do WF.

O Windows Workflow Foundation foi imaginado inicialmente para quarto cenários básicos. Em todos os cenários os workflows são capazes de executar tarefas colaborativas como: roteamento de solicitações entre usuários, atribuição de atividades, definição de processos de aprovação, procedimento em escala (paralelização de atividades), colaboração com documentos e dados, entre outros.

 

SharePoint 2007 e Workflow

Os fluxos hospedados no SharePoint podem ser construídos no Visual Studio, no SharePoint Designer ou nativamente no próprio SharePoint. A escolha varia de acordo com a complexidade do fluxo em questão.

 

Workflow e Serviços WCF

É possível construir fluxos que fazem acesso a serviços WCF, ou serviços WCF que hospedem Workflows.

 

Apresentação de fluxo coordenado

Aplicações Windows, Web, Mobile ou quaisquer outras ferramentas de apresentação podem ser utilizadas como camadas de apresentação para workflows.

 

Projeto de workflow Re-hosting

Aplicações podem hospedar o Workflow Designer e possibilitar a edição de fluxos sem dependência de ferramentas como o Visual Studio. Isto é especialmente útil para usuários da área de processos.

 

Topologia

 

Divisão de camadas

Os workflows do .NET Framework possui uma topologia que garante que sempre sejam estruturados em pelo menos 3 camadas: Presentation Layer, Workflow Runtime e Business Logical Layer.

 

Presentation Layer

A camada de apresentação pode ser uma aplicação em ASP.NET, Windows Forms, WPF, Windows Mobile, Email ou outros. A apresentação pode exibir notificações enviadas pela Workflow Runtime para alertar sobre a mudança de alguma característica relevante de algum fluxo.

 

Workflow Runtime

Este é a principal camada sistêmica. Ela possui as definições específicas do workflow e suas regras. E ele é o responsável por realizar a persistência de seus dados e informações, além de persistir a história do fluxo.

 

Business Logical Layer

A camada de negócios é a responsável por aplicar regras inerentes ao negócio, chamadas a estruturas externas, chamadas a outros serviços, etc.

 

Conceitos importantes

Tasks / Notifications

O sistema possui duas formas de se comunicar com o humano em workflows do WF: Tarefas e Notificações. Quando o workflow solicita algo ao usuário ele gera uma tarefa, que cabe ao usuário resolver; quando o sistema deseja informar o usuário sobre alguma mudança ocorrida em algum fluxo faz-se uma notificação.

 

Activity

Atividades são blocos de códigos estruturados que possuem funções e parâmetros próprios. Um workflow é composto de várias atividades. A notificação ou a atribuição de uma tarefa para o usuário é uma atividade.

 

Persistence

A persistência é feita pelo WF quando as estruturas de código estão prontas para serem serializadas. Isto é especialmente importante em fluxos que podem demorar. Isto porque o workflow para de consumir a memória do computador para utilizar o banco de dados. Quando o dado em questão for novamente necessário ele é desserializado e reutilizado pelo workflow. O processo de serialização é conhecido como ‘Desidratação do código’ e o processo de desserialização é conhecido como ‘Reidratação do código’.

 

Tracking

À medida que as atividades vão acontecendo o Workflow Runtime pode armazenar estes dados para fins de auditoria, isto é chamado de tracking.

O que é ASP.NET Routing?

Roteando páginas com ASP.NET
É uma tecnologia do ASP.NET para realização das rotas. Através de customizações do global.asax o roteamento é possível.

Quais os principais conceitos relacionados ao ASP.NET Routing?

Como o HTTP trabalha com Rotas?
O que é Global.asax

Como seria uma aplicação de exemplo do ASP.NET Routing?
A seguir você poderá ver um exemplo de aplicação utilizando o ASP.NET Routing no cenário:
  • Windows 7
  • Visual Studio 2010
  • Aplicação Web Forms
  • NET 4
Primeiro passo: Customizando o WebConfig
Adicione o módulo de rota e o handle para rota, conforme indica a figura.
Alterando o web.config para trabalhar com Rotas Customizadas


Segundo passo: Customizando o Global.asax
No ApplicationStart adicione as rotas desejadas, utilizando o routes do System.Web.Routing.
Alterando o global.asax para trabalhar com Rotas Customizadas


Terceiro passo: Criando uma página de exemplo para rota
Nesta página de exemplo repare a utilização do RouteData[string]. Ele é um tipo de dicionário com as variáveis que compõe o nome da rota. Estas variáveis foram indicadas no segundo passo entre chaves.
Criando uma página de exemplo para Rotas Customizadas


Quarto passo: Verificando se funcionou

Abra o site e coloque uma endereço que seja passado por alguma rota disponível. Se funcionar, meus parabéns! Se não, poste aí!
Vendo o Resultado da página com Rotas Customizadas